"Todo mundo tem planos para a vida: estabelecer uma família, uma casa, uma profissão, um negócio, e preparar uma base para velhice e a aposentadoria . No meio deste caminho, eventos inesperados podem obrigar qualquer um a recuar alguns (ou muitos) passos já dados para a frente naquelas conquistas. Quebrar a perna ou ser internado num hospital com uma doença grave são fatos que podem acontecer a qualquer um. E, embora não esteja nos planos de ninguém morrer jovem, esse risco existe. Nessa hora é que o seguro é importante. Com ele é possível construir uma rede de proteção financeira contra esses eventos inesperados. Por exemplo, ter o carro roubado é um risco. Pode-se assumir esse risco e simplesmente arcar com a perda do veículo , ou partilhar o prejuízo com a seguradora, que é uma empresa especializada em assumir riscos. Fazer seguro garante que, se o carro for roubado ou perdido num acidente de trânsito, alguém vai pagar parte da perda. No caso de uma grande empresa, que tem muitos bens ( fábricas, equipamentos, veículos, funcionários, imóveis, estoques de matérias primas), o seguro é fundamental. Um incêndio numa fábrica pode destruir o resultado do trabalho de várias gerações, milhões em investimentos e empregos."
Trecho extraído do Livro Guia de Seguros - pessoa física e bens - Valor Econômico - editora Abril - Janes Rocha
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